Um homem vê uma mulher linda, com seios espectaculares, saltar do autocarro. Corre até ela e pergunta: -Deixa-me morder-lhe os seios por 50 Euros? – Eu serei gentil… -Estúpido. Deixe-me… Eu sou uma rapariga sério. Deve estar maluco. - diz a rapariga. -E por 500 Euros deixaria? -Olhe, não me leve a mal, mas não sou esse tipo de mulher… Ele olha e sonha ao ver o volume daqueles seios, e insiste: -Por 5000 Euros a menina deixaria morder-lhe os seus maravilhosos seios? A mulher hesita, pensa um pouco e finalmente responde: -Bem… Por 5000 Euros? – Pergunta a rapariga pensativa. Bem, se for só um pouquinho tudo bem… Então vamos até aquele cantinho. Ela abre a blusa, deixa os seios à mostra e deixa-os à vontade para o sujeito. O homem beija, passa as mãos, encosta a cabeça, lambe, chupa e nada de morder. Até que a mulher perde a paciência: -Então? Vai ou não vai morder? -Eu? Eu não! É muito caro…
"Foi uma noite de azar para um jovem assaltante. Magro, o rapaz, de 22 anos, romeno, tentou entrar num supermercado de Almancil, em Loulé, no Algarve, por uma estreita janela. Ficou entalado e só foi solto na manhã seguinte. Para ser logo detido pela GNR. As autoridades acreditam que seriam umas 23h00 de sábado quando o assaltante retirou a grade que protegia a estreita janela lateral do supermercado Ali Super. Por ali o jovem romeno conseguia chegar ao armazém do estabelecimento, que pretenderia assaltar. Mas tirou mal as medidas. Apesar da constituição estreita, o rapaz ficou entalado no pequeno espaço – que não terá mais de 40 cm. E lá ficou mais de 11 horas. Já passava das 07h00 quando António Simões Oliveira, proprietário do supermercado, encontrou o assaltante. 'Ao abrir o estabelecimento as moças disseram-me que estava um homem ali na cave', conta. Trancou a porta e dirigiu-se à rua. 'Foi quando dei com o espectáculo: um homem atravessado na parede com as calças meio despidas.' Acredita-se que entre as várias tentativas para se soltar o jovem terá despido as calças. Acabou por desistir e passar a noite com metade do corpo fora e a outra metade dentro do supermercado. A GNR foi chamada ao local, mas também não conseguiu soltar o assaltante. Foram então alertados os Bombeiros de Loulé, e depois de ser desmontada a estrutura da janela por dentro e destruída parte da parede conseguiu-se libertar o jovem. Isto depois das 09h00, quando dezenas de pessoas já se acumulavam na rua. O assaltante acabou por gozar a liberdade por pouco tempo. Mal foi solto da janela recebeu ordem de detenção por ser 'apanhado em flagrante em tentativa de furto', disse fonte do Comando de Faro da GNR. A mesma fonte da Guarda referiu ainda que o detido pertence a 'uma comunidade de Almancil referenciada por furtos a estabelecimentos e residências'."
Aqui há tempos demonstrei por estes lados a minha indignação em relação à quantidade de individuos que se desloca nos comboios, alegadamente funcionários da CP, e aos quais ninguém exige uma identificação, um bilhete especial, nada. E não se desculpem com a história que os revisores os conhecem porque quando são fiscais ou inspectores ou lá o que é, a história é a mesma. "Viva, boa tarde - aperto de mão - e ala que se faz tarde". E se já não forem funcionários da CP? Continuam a viajar à nossa custa até se zangarem com o revisor? Realmente a CP tem uma saúde financeira que lhe permite sustentar estas borlas... Mas a história hoje é outra. Eu desloco-me de comboio diariamente há alguns anos. Compro passe, mas este mês não me compensava e passei a tirar bilhete diariamente. Descobri que agora os bilhetes têm lá escrita a hora do comboio e fui perguntar para quê. Fácil: o bilhete só serve para o comboio do horário que está lá escrito. Ao comprarmos um bilhete de ida, a bilheteira emite um bilhete para o primeiro comboio que saia para esse destino. Faz isso por defeito sem perguntar ao utente em que comboio quer viajar. Ora, se o utente desejar viajar mais tarde, terá que ir à bilheteira trocar o bilhete por um válido para o comboio em que pretende viajar. Este processo (a troca) não tem custos. O mesmo não acontece se o utente não souber deste estratagema, o que é fácil pois nunca vi nenhum edital nem nenhum aviso da CP a explicar a coisa, nem é hábito essa explicação ser dada na bilheteira. Se não trocarmos o bilhete e entrarmos num comboio de horário diferente daquilo que está escrito no bilhete, o revisor deve cumprir a lei e cobrar uma sobretaxa para a substituição do bilhete. Portanto, quem gosta de comprar o bilhete com antecedência mas não tem a certeza em qual comboio vai embarcar, tem duas hipóteses: ou compra um para qualquer comboio e troca-o na bilheteira (se tiver tempo) ou não compra com antecedência e quando vem a correr para apanhar o comboio descobre que está uma fila enorme na bilheteira. Aí volta a ter duas hipóteses: ou vai comprar o bilhete e apanha o comboio seguinte (se houver) ou entra no comboio sem bilhete e apela para a compreensão do revisor que, se cumprir a lei, deve aplicar a respectiva coima que é enorme. Por norma são compreensivos, embora gostem de fazer a malta suar um bocadinho primeiro. Todo este sarrabulho nasceu porque a CP parece que quer saber quantas pessoas viajam em cada comboio o que é uma rematada mentira. Uma percentagem muito grande das pessoas que viajam nos suburbanos tem passe, e com passe viaja-se à hora que se quer, nunca ninguem sabe se se viaja no comboio das oito ou no das vinte. Se a CP quisesse controlar a taxa de utilização dos comboios, bastava instalar uma maquineta junto a cada porta para validar as entradas como já faz em algumas linhas do país. Resumindo, não se percebe para que raio montaram esta estrangeirinha. Não será com toda a certeza para ajudar a tapar o passivo com uns dinheiritos extra. Ou será?
É mesmo ele. Sim senhor. Eu gosto dos filmes do gajo, mesmo dos actuais em que ele mal se mexe (não que alguma vez se tenha mexido muito) e está feito um autêntico canastrão. Um excelente músico também. Quem não gostar pode pôr na borda do prato. Já do Chuck Norris e do Charles Bronson não gosto tanto...
Quando me lembro de coisas que apareceram, desapareceram e voltaram a aparecer mais tarde, recordo sempre os Donuts e a Rua Sésamo.
Muito antes dos espanhóis os terem cá enfiado, através da Panrico ou da Bimbo ou lá como é, em embalagens herméticas onde permanecem frescos durante quarenta e cinco anos, lembro-me de um Verão (não sei qual, mas foi há muito tempo) em que havia donuts no bar do parque de campismo da Quarteira. Foi há tanto tempo que entre o parque e a Quarteira propriamente dita, havia aí uns dois quilómetros de descampado com cactos. Chegavam fresquinhos (os dunuts) todos os dias e lá estavam eles brilhantes, empilhados num espeto de plástico. Lambuzei-me... Depois não voltei a vê-los.
A Rua Sésamo também apareceu fugazmente, dobrada do original americano na sua totalidade, sem actores portugueses, e depois desapareceu: chamava-se Abre-te Sésamo (se a memória não me atraiçoa, nessa versão entrava o Cocas e a Miss Piggy, mas posso estar a fazer confusão). É essa a versão que fez parte da minha infância.
Ao contrário dos donuts, a Rua Sésamo voltou mais tarde e muito melhor, adaptada aos nossos miúdos. Um grande programa.
A versão original faz hoje 40 anos.
Os meus parabéns ao programa que nunca fez mal a ninguém, antes (muito) pelo contrário.
Foi assumido desde a primeira hora que o muro servia para evitar o êxodo do leste. Se realmente aquilo era pouco menos que o paraíso na terra, porquê precaver-se contra o êxodo?
"The surrogates" (os Substitutos), é um filme de ficção-científica.
Muito bem feito, mas apenas um filme mediano, ao nível daquilo que o cinema americano mainstream nos tem ultimamente habituado.
Refaço.
Nem sequer é muito bem feito. Foi feito com a tecnologia que existe e essa, a tecnologia, permite fazer aquilo que acabei de ver. Nota-se que não há génio, nem rasgo, nem esforço. Apenas tecnologia!
Sobra a história.
Não o enredo, mas a filosofia da coisa.
A filosofia vai de encontro àquilo que se procura nos dias de hoje: a perfeição.
Uma coisa postiça...
Se tivessemos nascido perfeitos, não teriamos evoluido um milimetro que fosse.
Sem aprendizagem, sem evolução, a vida não passaria de um emaranhado de rotinas, de uma enormíssima pasmaceira.
É sabido que as máquinas não erram; cometem erros quando estão avariadas.
Para quem não viu o filme, tudo isto pode parecer absurdo, mas quem já viu ou quem viu o "I robot" ou quem sabe o que pretende ser o "Second life", quem tem noção desta procura estúpida do certinho, do prazeroso, do bonito, do bem delineado, do imaculado, do infalível.
Tudo isso desafia a mais básica definição de humanidade.
Mais.
De vida.
Do sentido da vida.
Por isso e só por isso, vale a pena ver o filme.
"-Sabias que, segundo alguns cientistas, já poderão ter nascido as primeiras pessoas que vão poder viver até aos cento e cinquenta anos?
-Para quê?
-Se calhar, para passarem metade da vida em asilos..."
in Conversa premonitória ao almoço do dia 8 de Outubro de 2009
Porque começa a aproximar-se o Natal e as pessoas ficam mais predispostas a dar-se, ou se calhar porque com o frio se nota mais a necessidade, é por estas alturas que as organizações de solidariedade começam a ousar mostrar um bocadinho mais daquilo que fazem durante todo o ano. Ouvi há pouco na rádio uma representante de um desses grupos a falar sobre os preparativos para a ceia de Natal dos sem-abrigo que a sua organização está a promover. Para além de toda a panóplia de possíbilidades de dádiva que estão ao nosso alcance, tão vasta e facilitadora que nos dias de hoje, dos que podem, só não dá ajuda quem não quer; para além do apoio na forma de voluntariado para o serviço; pediu algo tão simples como miminhos. Falou de voluntários cabeleireiros e perante o espanto da interlocutora, explicou o que não precisa de ser explicado: ser pobre não é ser indigno. Entristece-me ver pessoas que podem mais, mas que dão roupas rotas, que ofertam arroz do mais barato quando para si compram do melhor, que passeiam a sua caridadezinha nos intermarchés no dia do peditório do Banco Alimentar só para aparecer na fotografia. Se calhar são esses que olham de lado quando alguém diz que uma velhinha com cento e cinquenta euros de reforma, tem todo o direito do mundo em querer ir bem penteada e cheirozinha à ceia de Natal do Exercito de Salvação. É que tem mesmo!
Instalou-se ontem a Assembleia de Freguesia da Mealhada.
Nomeou-se a Junta, nomeou-se a Mesa da Assembleia (tudo senhoras, bom presságio para a competência) e tudo correu conforme o protocolado.
Antes do encerramento da sessão falou José Felgueiras, presidente indigitado da Junta de Freguesia, enquanto membro por inerência da Assembleia. Falou de unidade, de equipa e de objectivo comum: a nossa freguesia.
A senhora Presidente da Assembleia de Freguesia deu por encerrada a sessão.
Acabou-se o protocolo.
A expensas próprias, o Presidente da Junta cessante resolveu obsequiar os presentes com um simpático beberete.
Não se furtando a custos (repito, próprios) José Felgueiras contratou até uma simpática garçonete para fazer o serviço do espumante.
Desfez-se então o mistério que andava no ar: quem seria a senhora que se encontrava no público e que ninguem reconhecia como sendo da freguesia?
Era a funcionária da empresa de catering.
E, descobriu-se logo a seguir, não era ucraniana nem moldava.
Resolveu, a destempo, desadequadamente e deselegantemente, fazer uma prelecção política.
Se eu pertencesse à oposição teria abandonado a sala.
José Felgueiras não se mostrou surpreendido: já viu tanta coisa na vida que esta será apenas mais uma para a colecção.
Assite-lhe o direito de reclamar junto da empresa que forneceu o serviço.
Morreu o António Sérgio. Do muito que deu à música, está aqui uma amostra. Para quem não teve o prazer, eis o que nós ouviamos no Som da Frente, na Comercial, há precisamente vinte e cinco anos:
1 – GUN CLUB – Sex Beat 2 – SCRITTI POLLITTI – Sweetest Girl 3 – U2 – Pride (In The Name of Love) 4 – BRONSKI BEAT – Smalltown Boy 5 – WAH! – 7000 Names of Wah! 6 – JOY DIVISION – Atmosphere 7 – THE THE – Perfect 8 – TONE ON TAILS – Performance 9 – BAUHAUS – Kick In The Eye 10 – CURE – Faith (Live) 11 – ASSOCIATES – Party Fears Two 12 – THIS MORTAL COIL –Song To The Siren 13 – COMATEENS – Late Night City 14 – WATERBOYS – A Pagan Place 15 – VIRGINIA ASTLEY – Love’s a Lonely Place To Be 16 – MOTORHEAD – Please Don’t Touch 17 – PSYCHADELIC FURS – Love My Way 18 – ECHO & THE BUNNYMEN – Back To Love 19 – TALKING HEADS – Great Curve 20 – U2 – Glória
Sempre me senti um privilegiado pelo facto de ter crescido balizado pelo hiato da suspensão da emissão das aventuras deste artolas. Já não vi a versão em bonecos de plasticina e não tive que levar com a versão digital. Um tipo que usa um guizo na ponta do chapéu, que conduz sem ter carta de condução, tudo nas barbas de um agente da autoridade com quem mantém uma relação próxima, sem nunca ser autuado, não pode ser um bom exemplo para quem está a formar a sua personalidade. Se calhar é por causa deste clima de impunidade que a malta que o admira passa a vida a sacar filmes e músicas "à moi" da internet sem apresentar qualquer espécie de remorso ou respeito pelo copyright. Conheci este Peter Pan de trazer por casa à custa de uns livros amarelecidos que o meu irmão manteve, sabe-se lá com que estranho desígnio, e também porque esporádicamente dava a preto e branco no canal único. Quando apareceu a versão "moderna" do massacre, já eu tinha idade para não me deixar ludibriar. Parece que faz hoje sessenta anos. Que a terra lhe seja tão leve como a Serra do Buçaco.
No dia 29 de Outubro de 1959 apresentou-se pela primeira vez ao grande público na revista Pilote. Ele e os amigos. Para o modesto escriba que agora vos maça, as aventuras deste pequeno gaulês têm tudo aquilo que já foi dito e tudo aquilo que irá ser hoje dito ao longo do dia, mas têm um pequeno pormenor que faz toda a diferença: precisamente o pormenor. Em cada álbum existe um nunca acabar de pequenos nadas que fazem das aventuras dos habitantes da pequena aldeia gaulesa uma descoberta nova a cada leitura. Há coisas escondidas das quais só nos apercebemos com a repetição das leituras, à medida que crescemos e que a nossa instrução e a nossa educação nos abrem novas fronteiras de percepção. Cada quadradinho tem mais do que aparenta à primeira vista. É nisso que Astérix é genial. As aventuras não podiam ser mais datadas. Aliás, cronológicamente e científicamente datadas ao detalhe. Mas a história cresce de cada vez que lhe mexemos. As aventuras de Astérix têm público de todas as idades e estão à altura de todas as estirpes culturais. Walt Disney, embora também genial, nunca conseguiu isso. Disney leva-nos de volta à infância enquanto Goscinny e Uderzo nos espantam sem termos de ser pueris. GENIAL...
Oito anos depois, voltei a ser convidado para dar aulas na Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra. Desta vez para leccionar uma disciplina chamada "Cozinhas do Mundo" do curso de Técnicas Avançadas de Cozinha. Há mais de 15 anos que não encontro pela frente alunos com tanta motivação. O programa da disciplina permite as maiores liberdades (teóricas) em nome do superior desígnio que é a formação de cozinheiros cultos a vários níveis, objectivo primeiro do curso. Já criei um blogue temático para a disciplina onde iremos (eu e a turma) despejar literalmente toda a informação que seja ou possa vir a ser útil para a carreira destes profissionais, como é o caso deste video que foi arranjado por um aluno, mal falámos acerca deste e de mais alguns alimentos "incomuns". Desejo-nos um percurso brilhante enquanto estivermos juntos.
Em relação ao post "para meditar", recebi este email veículado pelo meu amigo Jorge Costa. Cada um que faça o seu juízo de valor acerca do assunto. Se os links abaixo não "linkarem" directamente, copiem para a barra do browser. Está tudo em inglês.
"ANDA CADA UMA POR ESTA INTERNET.
Vejam o que dizem os links abaixo. A srª passa por Ministra mas nunca foi (apenas uma espécie de directora regional de saúde da Lapónia) e tem outras teorias da conspiração há mais de 30 anos. A partir de 1986, na sequência de um acidente rodoviário, ela contacta mais é com OVNIS e com a ideia de que os nazis foram à Lua (e não ficaram por lá)."