Portugal teve um início de administração fabuloso em Macau no sec XVI o que lhe permitiu ficar por lá mais de quatrocentos anos. Dez anos depois da nossa saída, Macau renasce de uma forma esplendorosa.
E ainda por cima são sempre os mesmos. Acho que tem qualquer coisa a ver com o tamanho da piroca ou coisa que o valha. Como não têm dinheiro para comprar carros desportivos, dão nas vistas aqui.
Decidiu convidar Carvalheira para um encontro discreto acreditando que o homem tinha palavra e que era realmente discreto.
E foi. Carvalheira foi discreto, a todos a quem contou que tinha tido um convite de Marqueiro pediu a maior reserva. Chegou a jurar a cada um a quem contava que não tinha contado a mais ninguém.
O repasto deu-se esta noite na sala secreta do Restaurante Castiço. Marqueiro levou o seu novo BMW e procurou o lugar mais escuro mas nem assim se safou.
Os curiosos a passar por lá eram mais que muitos, tamanha foi a publicidade que Carvalheira fez.
E assim se faz política na Mealhada. O unico interesse que estes senhores têm é o interesse pessoal e o interesse comum de ajudarem o padrinho JPeres.
Agora pergunta alguém que também acredita no Pai Natal. O que poderiam estes dois pretendentes ao trono estar a deliniar? É assim que se faz política? Nos bastidores?
Decidir quem paga a sondagem? Decidir pactos de não agressão até conseguirem correr com Cabral? Saber se Carvalheira fica com o pelouro das Obras se Marqueiro for o candidato do PS e ganhar? São uns estrategas estes dois estarolas.
Marqueiro demonstra o seu desespero com este gesto tolo.
E o carrega a pasta do Carvalheira ficou de fora. Pois também tem a sua estratégia pessoal que passa pela derrota de Carvalheira e o seu abandono. Ficando o carrega a pasta a negociar os pelouros com o Marqueiro. António tem cuidado que te podem estar a estragar os planos.
E contou ao genro, na rua passou pelo Manel Barbeiro e pelo Joaquim Luxo, e acabou por ligar a dois jornalistas. Canilho e Isabel Moreira. Ele guardou o segredo os outros é que não.
Ele não contou ao Peres. O Peres é que marcou o jantar. E o Peres é que o pagou mesmo no restaurante do Carvalheira. Tenho testemunhas. O Peres também foi. Andam todos na mão do Peres.
O que Marqueiro dizia(diz) de Carvalheira e o que Carvalheira dizia(diz) de Marqueiro e agora a jantarem como grandes amigos. Que falta de carácter. É uma vergonha o que esta gente faz atrás do poder. Tenham vergonha!
É interessante ver as diferenças que existem não só entre a gestão de 400 anos de Macau pelos portugueses e aquilo que os britânicos fizeram com Hong Kong. Macau foi uma árvore das patacas com o negócio dos casinos, mas nunca os locais beneficiaram com isso, ao contrário de Hong Kong que desde a saída dos britânicos não teve qualquer alteração de substância. Dava realmente um bom estudo sociológico à nossa (in)capacidade.
António vais ter um grande futuro ao lado do Carvalheira. Ainda lhe vais segurar na mangueira para a Repsol.
ResponderEliminarTem vergonha.
Independentemente do assunto do post, os comentários são sempre sobre a pseudo-vida pseudo-politica da Mealhada não são? É pena...
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarE ainda por cima são sempre os mesmos.
ResponderEliminarAcho que tem qualquer coisa a ver com o tamanho da piroca ou coisa que o valha.
Como não têm dinheiro para comprar carros desportivos, dão nas vistas aqui.
Rui Marqueiro ainda acredita no Pai Natal.
ResponderEliminarDecidiu convidar Carvalheira para um encontro discreto acreditando que o homem tinha palavra e que era realmente discreto.
E foi. Carvalheira foi discreto, a todos a quem contou que tinha tido um convite de Marqueiro pediu a maior reserva. Chegou a jurar a cada um a quem contava que não tinha contado a mais ninguém.
O repasto deu-se esta noite na sala secreta do Restaurante Castiço. Marqueiro levou o seu novo BMW e procurou o lugar mais escuro mas nem assim se safou.
Os curiosos a passar por lá eram mais que muitos, tamanha foi a publicidade que Carvalheira fez.
E assim se faz política na Mealhada. O unico interesse que estes senhores têm é o interesse pessoal e o interesse comum de ajudarem o padrinho JPeres.
Agora pergunta alguém que também acredita no Pai Natal. O que poderiam estes dois pretendentes ao trono estar a deliniar?
É assim que se faz política? Nos bastidores?
Decidir quem paga a sondagem? Decidir pactos de não agressão até conseguirem correr com Cabral? Saber se Carvalheira fica com o pelouro das Obras se Marqueiro for o candidato do PS e ganhar? São uns estrategas estes dois estarolas.
Marqueiro demonstra o seu desespero com este gesto tolo.
E o carrega a pasta do Carvalheira ficou de fora. Pois também tem a sua estratégia pessoal que passa pela derrota de Carvalheira e o seu abandono. Ficando o carrega a pasta a negociar os pelouros com o Marqueiro.
ResponderEliminarAntónio tem cuidado que te podem estar a estragar os planos.
O Carvalheira só contou à filha, ao Peres, ao Pinheiro, ao António Miguel, ao Santiago e ao Frias. Que injustos.
ResponderEliminarE contou ao genro, na rua passou pelo Manel Barbeiro e pelo Joaquim Luxo, e acabou por ligar a dois jornalistas. Canilho e Isabel Moreira.
ResponderEliminarEle guardou o segredo os outros é que não.
Ele não contou ao Peres. O Peres é que marcou o jantar. E o Peres é que o pagou mesmo no restaurante do Carvalheira. Tenho testemunhas.
ResponderEliminarO Peres também foi. Andam todos na mão do Peres.
O que Marqueiro dizia(diz) de Carvalheira e o que Carvalheira dizia(diz) de Marqueiro e agora a jantarem como grandes amigos.
ResponderEliminarQue falta de carácter. É uma vergonha o que esta gente faz atrás do poder.
Tenham vergonha!
Mas que raio é que isto tem a ver com Macau?
ResponderEliminarÉ interessante ver as diferenças que existem não só entre a gestão de 400 anos de Macau pelos portugueses e aquilo que os britânicos fizeram com Hong Kong. Macau foi uma árvore das patacas com o negócio dos casinos, mas nunca os locais beneficiaram com isso, ao contrário de Hong Kong que desde a saída dos britânicos não teve qualquer alteração de substância.
Dava realmente um bom estudo sociológico à nossa (in)capacidade.
Ave Caesar