
A sua promoção é um dos deveres do Estado, que detem o monopólio do uso legal da violência sempre que tal seja necessário.
O episódio a que ontem assistimos em directo será infelizmente repetido no futuro, umas vezes com desfecho feliz, outras com desfecho infeliz.
Desengane-se quem pensa que se irá assistir a uma diminuição dos casos de criminalidade violenta, apenas porque, neste caso, ganharam os bons. Se assim fosse, não haveria criminalidade nos países onde a justiça é severa e rápida, muitas das vezes letal.
A mensagem que terá que ficar retida das imagens de ontem à noite é a de que se pode e deve confiar nas forças de segurança, mas também a mensagem de que nada voltará a ser como dantes.
As forças de segurança têm que estar à altura de poder transmitir tranquilidade à população e têm que ter os meios humanos, legais e materiais para o poder fazer de forma eficaz porque, infelizmente, o mundo é um sítio cada vez mais perigoso.
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