quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

da abstenção higiénica


Domingo há eleições presidenciais.
Eu não vou votar.
Não sou obrigado.
Sinto-me defraudado pela democracia.
José Manuel Coelho e Defensor Moura ousaram usurpar o lugar de Manuel João Vieira e eu só a Manuel João Vieira reconheço autoridade para usurpar o lugar de Manuel João Vieira.
Francisco Lopes sustenta a sua argumentação na única doutrina política que demonstrou na prática ser desprovida da capacidade real de poder ser posta em prática. Um exercício inútil, pois.
Fernando Nobre devia ter juízo. É prestar um serviço à Humanidade não o deixar persistir no erro. Que volte a fazer o que sabe fazer tão bem e se deixe de alucinações.
Manuel Alegre acompanha mal. Aceitar ser apoiado pelo Governo nesta altura do campeonato é desprestigiante para qualquer pessoa.
Cavaco Silva encarnou novamente na Santinha da Ladeira e eu, francamente, não tenho pachorra.
Viva o livre-arbitrio.

6 comentários:

  1. Interesante teu texto.
    Realmente poder ser democrata é não atender as reenvidicações dos corruptos.
    Abraços

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  2. As elites nacionais vão receber o meu cartão vermelho da mão do candidato José Manuel COELHO!

    Ainda acredito numa 2ª volta que depende dos portugueses e não das empresas de sondagens...

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  3. A inércia da cidadania obriga-me a ir lá, mas não me vai impedir de esquecer a caneta em casa!

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  4. Conheces melhor do que eu aquele que dizia:
    "A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos".
    Ainda acredito nisto, e quando me provarem o contrário, deixarei de votar.
    Mas os votos em branco e os nulos deviam contar e penalizar de alguma forma os candidatos.
    Nas legislativas, metade dos lugares vazios (correspondendo aos votos brancos e nulos), seria uma boa opção. Para as presidenciais ainda não estou a ver como.
    Mas voto! E não é em branco, nem nulo!
    Abraço!

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  5. Uma das coisas boas da democracia é que me permite não ir votar.
    E embora o mais acertado fosse ir e votar em branco, faço-o porque na prática o que eu quero expressar é isto: não existe justificação para a existência de um provedor da democracia que se arrogue pensar pela cabeça de todos os eleitoras. O provedor da democracia é o povo.
    É que tirando a provedoria (a tal bomba atómica), o PR não tem mais préstimo.

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