terça-feira, 11 de novembro de 2008

O "pastoso"

Andava há que tempos à procura de uma palavra que resumisse a atitude do Banco de Portugal enquanto regulador nos casos do Millennium e agora do BPN.
Ontem à noite, no canal um da televisão pública, António Nogueira Leite disse aquilo que eu gostaria de ter pensado: o Banco de Portugal e o seu Governador têm tido uma atitude pastosa perante tudo o que se sabe hoje que o regulador sabia desde 2003.
Valeu a pena ver o Prós e Contras.
Bernardino Soares nem fedeu nem cheirou (igual a si próprio), Jorge Lacão conseguiu ser ainda mais irritante que o costume ao defender o indefensável e Paulo Mota Pinto falou, falou mas mais não disse que o obvio.
Mais uma vez foi a sociedade civil quem deu alma ao debate.
Fátima Campos Ferreira também brilhou à sua maneira, principalmente quando chamou ladrão a quem de facto é ladrão e quando pediu prisão para quem de facto merece prisão.
Os "pastosos" e os alegado ladrões não se fizeram representar no debate, o que foi pena.

2 comentários:

  1. Faltou-me acrescentar um número que me deixou boquiaberto e que espero não tenha sido adulterado pelo sono.
    Segundo julgo ter ouvido, o BPN tem 6.000 funcionários.
    É muita gente. Mais um grupo de "accionistas" que pode ficar a ver navios com toda esta brincadeira.

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